Reconciliação bancária
Processo de ajustamento entre os movimentos registrados no extrato bancário e os movimentos registrados no extrato pessoal, expurgando as diferenças entre estas duas realidades, tendo em vista a obtenção de um saldo reconciliado igual.
Uma empresa (ou pessoa) deve manter um registro próprio e independente de todas as transações bancárias que realiza. Assim, uma empresa anota todos os cheques que emite, todos os pagamentos que realiza (TED, DOC's, etc) e todos os recebimentos de dinheiro que acontecem. Isso tudo é anotado, transação por transaçào, com os dados de valor, data da transação, origem da transação (quem foi o cliente, quem foi o fornecedor/credor, etc).
No fim de um período (que pode ser um dia ou um mês), a empresa emite um extrato bancário. Nesse extrato, supostamente, constarào todas as mesmas transações que a empresa anotou de forma independente.
O trabalho de reconciliação bancária consiste em marcar as transações que estão presentes no controle interno e no extrato, marcar as que estão no controle interno mas não aparece no extrato, as que não estão no controle interno mas que aparecem no extrato. Além disso, é preciso marcar as transações pendentes, ou seja, aparecem no controle interno e no extrato mas não afetaram o saldo disponível (dinheiro que a empresa pode usar). A maioria das operações "pendentes" deve ser de cheques que ainda não foram compensados ou baixas de duplicatas a receber que ainda não foram creditadas na conta (o D+1, como se chama).
O trabalho de reconciliação bancária hoje em dia é feito pela tesouraria da empresa e é feito diariamente. Um responsável emite o extrato bancário do dia anterior e faz a reconciliação. Para isso é preciso um software integrado de contas a pagar/contas a receber e tesouraria. Os melhores softwares integram também com a contabilidade, de modo que a reconciliação é feita num canto só (tesouraria) e serve para todos os departamentos envolvidos: contas a pagar, contas a receber, contabilidade.
Algumas empresas, no entanto, ainda usam a reconciliação feita na contabilidade. O argumento é de que, fazendo assim, a contabilidade faz uma mini-auditoria na área financeira da empresa, pegando os erros e/ou desvios que o setor financeiro cometer. No fundo é uma ilusão porque de um modo geral essa reconciliação é feita apenas no final do mês, a partir do extrato impresso pelo banco. O fato é que o extrato impresso demora muito a chegar, a conciliação manual demora para ser feita e o resultado é que a reconciliação é concluída muito tempo depois do fato acontecido, dificultando a apuraçào e/ou correção do erro. Além de tudo isso, reconciliar manualmente é mais caro pois requer mão de obra adicional, não produtiva, para realizar essa tarefa.
Processo de ajustamento entre os movimentos registrados no extrato bancário e os movimentos registrados no extrato pessoal, expurgando as diferenças entre estas duas realidades, tendo em vista a obtenção de um saldo reconciliado igual.
Uma empresa (ou pessoa) deve manter um registro próprio e independente de todas as transações bancárias que realiza. Assim, uma empresa anota todos os cheques que emite, todos os pagamentos que realiza (TED, DOC's, etc) e todos os recebimentos de dinheiro que acontecem. Isso tudo é anotado, transação por transaçào, com os dados de valor, data da transação, origem da transação (quem foi o cliente, quem foi o fornecedor/credor, etc).
No fim de um período (que pode ser um dia ou um mês), a empresa emite um extrato bancário. Nesse extrato, supostamente, constarào todas as mesmas transações que a empresa anotou de forma independente.
O trabalho de reconciliação bancária consiste em marcar as transações que estão presentes no controle interno e no extrato, marcar as que estão no controle interno mas não aparece no extrato, as que não estão no controle interno mas que aparecem no extrato. Além disso, é preciso marcar as transações pendentes, ou seja, aparecem no controle interno e no extrato mas não afetaram o saldo disponível (dinheiro que a empresa pode usar). A maioria das operações "pendentes" deve ser de cheques que ainda não foram compensados ou baixas de duplicatas a receber que ainda não foram creditadas na conta (o D+1, como se chama).
O trabalho de reconciliação bancária hoje em dia é feito pela tesouraria da empresa e é feito diariamente. Um responsável emite o extrato bancário do dia anterior e faz a reconciliação. Para isso é preciso um software integrado de contas a pagar/contas a receber e tesouraria. Os melhores softwares integram também com a contabilidade, de modo que a reconciliação é feita num canto só (tesouraria) e serve para todos os departamentos envolvidos: contas a pagar, contas a receber, contabilidade.
Algumas empresas, no entanto, ainda usam a reconciliação feita na contabilidade. O argumento é de que, fazendo assim, a contabilidade faz uma mini-auditoria na área financeira da empresa, pegando os erros e/ou desvios que o setor financeiro cometer. No fundo é uma ilusão porque de um modo geral essa reconciliação é feita apenas no final do mês, a partir do extrato impresso pelo banco. O fato é que o extrato impresso demora muito a chegar, a conciliação manual demora para ser feita e o resultado é que a reconciliação é concluída muito tempo depois do fato acontecido, dificultando a apuraçào e/ou correção do erro. Além de tudo isso, reconciliar manualmente é mais caro pois requer mão de obra adicional, não produtiva, para realizar essa tarefa.
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